domingo, 21 de novembro de 2010

Poema número dezanove

Ébrio Amor


Minha querida,
Meu amor!
Não te falo
De validade,
Mas valor…
Duma odisseia
Tão bela, rara
Tão triste,
Melancólica…
Que me enlaça
Nos teus passos
No calor, do agrado
De tua boca
Que transpira, louca
O desejo
De um beijo
Do Amor que entrega
Não é desgosto,
Mas desassossega
A minha alma
Que ébria, não acalma
A vida, em meus braços
Tão ávidos, fracassos
Que se confundem com viver
Com o eterno esmorecer
Da flor, da Paixão
Que me aquece o coração
E me faz dizer:
“É de ti que eu gosto,
É em ti que aposto,
Para nunca mais perder”

PedRodrigues

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