quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Sem título

A resolver energeticamente o problema da inércia dos corpos enamorados, separados fatalmente pelo ego da loucura abatida no calor erróneo de um beijo. Consentido pela mistura do sangue dos corações cravados pelos espinhos de toda esta falta de calor humano, deste mundo cão que nos engana, rouba e faz sofrer. Sendo que, é do sofrimento que vem a maior das vitórias nesta batalha a que dou o nome aqui e agora de: Amor.
Sendo assim, vivo mais um dia para contar que não resolvi o maior dos meu males: amar de forma brusca e altruísta um monstro de gelo com coração de pedra. Mas, estou vivo. Um dia a água irá quebrar a pedra e o gelo derreterá, pois nada é eterno… Citando alguém mais sábio que eu: “na natureza nada se perde, nada se ganha, tudo se transforma... “

PedRodrigues

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