sábado, 4 de dezembro de 2010

Poema número vinte e cinco

O tempo é só tempo...

Devagar encontro-te no tempo
Em que o tempo era a luz do sol
Em que as areias eram tempo
E o tempo corria devagar
O nosso amor era tempo
Que teimava em não passar
A cada passo, um momento
Em cada momento, um olhar
Devagar, com o vento
Sentíamos o tempo mudar
A cada beijo um momento
Que fazíamos durar
Mas, devagar, o tempo
Teima em passar
Até o sol tem um momento
Em que deixa de brilhar
Enquanto sentires o vento
Soprando devagar
Entenderás que o tempo
Foi criado para eu te amar

PedRodrigues

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